30/06/2009

Balatetta


(Rose #47 - Mark Ryden)


"Por não ter esperança de beijá-lo
Eu mesmo, ou de abraçá-lo,
Ou contar-lhe do amor que me corrói
O coração vassalo,
Vai tu, poema, ao meu
Amado, vai ao seu
Quarto dizer-lhe quanto, quanto dói
Amar sem ser amado,
Amar calado."

(Mário Faustino)

5 comentários:

Katrina disse...

amar já é cruel, não ser, é mortal

Thiago Augusto Corrêa disse...

Esse poema é maravilhoso. Mto bom.

Mariano, disse...

Amar calado... tsc tsc.

Juliana Cruz disse...

puta, adoro esse quadro.

chris disse...

Má...muito lindo!